
Se o corre-corre da vida (com suas quebradas, pauladas e rasteiras) me permitir chegar vivo aos 70 anos - depois de tudo -, sentarei a bunda nessa praia, acenderei um charuto/cigarro, abrirei a garrafa de cerveja, ligarei o meu som e então chorarei. Passado o choro (e eu saberei a razão), deixarei que aquele pequeno sorriso tome conta do meu rosto (também saberei a sua razão). Depois disso, se a Natureza (ou o homem) quiser encerrar a minha conta por aqui, tudo bem.

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